Galeria Sônia Menna Barreto
Sua técnica origina-se nos pintores flamengos do século XV, misturando hiper-realismo com minúcias da técnica francesa do Trompe L'oeil.
Perfil
A artista plástica Sônia Menna Barreto, desde 1984 vem fazendo da sua produção artística a mais próxima expressão do homo ludens, o homem lúdico. Seu espírito criativo buscou terras e personagens que habitam a imaginação das pessoas de todas as idades.
Suas obras estão presentes em coleções particulares do Brasil e do exterior.
Sônia Menna Barreto nasceu em São Paulo. Em 1960 começou a desenhar sendo que, a partir do ano seguinte, participou de um curso de artes plásticas, que freqüentou até 1962. Neste período, produziu suas primeiras pinturas acadêmicas.
Pouco tempo após estes primeiros contatos, aos 16 anos de idade, foi aluna do curso de pintura de Waldemar da Costa, artista premiado na Bienal de São Paulo.
Em 1980, começou a freqüentar o ateliê do artista Luiz Portinari, irmão de Cândido Portinari, no Centro de Artes Cândido Portinari. Durante este período, conheceu a vida artística, os movimentos, ouviu muitas histórias contadas por Portinari que conviveu com grandes pintores, escritores e poetas da época. Depois do contato com os trabalhos de Max Ernst, De Chirico, Magritte e Paul Delvaux, a obra de Sônia tomou a direção do Surrealismo. Essa fase foi decisiva para sua carreira, passando a desenvolver seu lado intimista e criativo, solucionando os problemas técnicos e temáticos por si própria sem o acompanhamento de professores.
Em outubro de 2002, pela primeira vez uma obra brasileira passou a integrar a ROYAL COLLECTION, pertencente à Família Real Britânica, uma das mais importantes coleções de arte do mundo.
Sônia Menna Barreto participou da cerimônia de entrega de um quadro original de sua autoria no Palácio de Buckingham.
A obra retrata alegoricamente a vida do Lord Leonard Cheshire, o piloto britânico mais condecorado durante os combates da segunda guerra mundial.


